Uma dúvida muito comum que afasta muita gente dos contratipos é o medo de estar comprando algo ilegal. Afinal, perfume contratipo é a mesma coisa que aquelas réplicas de camelô? A resposta curta e direta é: Não!
A Falsificação (O Crime)
A falsificação (ou pirataria) é o ato de copiar a embalagem, a caixa, o frasco, roubar o logotipo da marca (ex: colar um adesivo da "Chanel" num vidro fajuto) e tentar enganar o consumidor vendendo como se fosse original. Isso é crime, e o líquido dentro do frasco não passa por nenhuma inspeção de saúde, podendo causar alergias severas.
O Contratipo (O Mercado Legal)
O contratipo opera de forma 100% legal. A marca nacional possui um CNPJ, paga impostos, e registra sua fórmula na ANVISA (agência de saúde). Eles vendem o perfume em frascos com a própria logomarca e com um nome diferente. Eles nunca tentam te enganar dizendo que você está comprando um frasco original da Dior.
Mas e o cheiro? Na perfumaria internacional, a lei de patentes protege o design do frasco, a marca e o nome, mas não se pode patentear um cheiro. Se um perfumista nacional descobrir quais ingredientes misturar para criar o mesmo aroma, ele tem todo o direito de vender essa criação de forma legal e segura.