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Sobre
Ele não toca o chão. A primeira impressão é o rasgar de um céu de madrugada: um estilhaço frio de bergamota, a lavanda que ergue a cabeça violeta e o néroli amargo de quem desperta. Pegasus é o ar que antecede o galope, uma promessa etérea que se anuncia com a elegância de quem não precisa se provar. Na pele, o frescor se desfaz. O coração floresce em gerânio, jasmim e ylang-ylang, um acorde que sussurra doçura sem se render. Então a noite chega. A baunilha se derrete como leite aquecido, o âmbar respira fumaça dourada e o sândalo, macio, se enrola no almíscar branco. A base é um abraço que não pede permissão, um calor que adere e se aprofunda. Oito horas depois, ele ainda está lá. Não como um grito, mas como um eco que se acomoda nos cantos do pescoço e na dobra do pulso. Nas noites frias, em salões iluminados ou na penumbra de um encontro, Pegasus se expande sem perder a medida. Ele não persegue atenção; ele a sustenta com a gravidade de quem já nasceu lendário.
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Craze
Olha, pelas opiniões que a galera dá, o Craze chega bem perto do Pegasus sim. A maioria fala que no cheiro geral, no dia a dia, ele lembra bastante, tipo uns 75% a 90% parecido. Não é tipo uma cópia carbono, mas para uma pessoa normal, no ar, a vibe é a mesma. No começo, alguns acham que o Craze pode ser um pouco sintético, mas não tem muita reclamação de cheiro forte de álcool. E o melhor é que a galera diz que ele fixa bem e projeta forte, durando muitas horas na pele, então a performance não deixa a desejar. Parece que vale a pena a aposta para quem gosta do Pegasus mas não quer gastar uma fortuna.
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