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Sobre
O primeiro gole de ar deste perfume é um mergulho em um paraíso de polpa dourada. O coco irrompe como leite fresco derramado sobre a pele aquecida pelo sol, enquanto o maracujá corta a doçura com um fio ácido e suculento, uma onda tropical que vibra entre o frescor e a volúpia. É a promessa de um jardim escondido onde o verde é denso e o calor é uma carícia. Na evolução, a pele se torna um templo de contrastes. A flor de laranjeira desabrocha em pétalas alvas e melífluas, mas é a íris que traz a textura de um cetim cremoso, quase atalcado, enquanto a amêndoa infiltra um toque gourmand que não se rende ao óbvio. O coração respira como um corpo que descansa à sombra de coqueiros, entre o floral etéreo e o doce que amacia cada poro. A secagem é um abraço que demora a se desfazer. A baunilha e o almíscar aquecem a base com um rastro macio e sensual, como a areia que guarda o calor do dia, e o sândalo chega para ancorar tudo em uma madeira lisa e profunda. A projeção é generosa dançando no ar livre, feita para tardes de verão que se estendem até o encontro noturno, quando o paraíso vira pele e memória.
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1 alternativas encontradas

Habibi Prince
Olha, pelo que a galera tá falando na internet, o Habibi Prince é muito na pegada do Le Beau Paradise Garden. O cheiro que fica depois de um tempo na pele da a impressão de ser quase a mesma coisa, aquele frutado tropical adocicado. Talvez o original seja um pouco mais cremoso no coco, e o Habibi num primeiro momento seja mais verde, mas na prática, pra um nariz comum, é difícil notar essa diferença no dia a dia. A fixação do Habibi também parece ser bem boa, até melhor que a do original para algumas pessoas, o que é um ponto e tanto pra um contratipo.
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